domingo, 5 de outubro de 2014


                                                                    E sabemos...

As Cinco Afirmações de Certeza, Conhecimento e Confiança
                                                              I João 5:13, 15, 18, 19 e 20 
              
Introdução      
            A Bíblia diz que o nosso Deus é um Deus de certezas. Um grande exemplo desta verdade está no cap. 5 de I de João. A partir do 13.º versículo temos o Epílogo, ou seja, a Conclusão, as afirmações e exortações finais desta epístola, que asseveram o propósito central porque foi escrita: A certeza, a confiança que temos em Jesus Cristo, na Sua verdadeira Pessoa e obra, e o combate aos gnósticos que assaltavam a igreja com falsidades.

Propósito: Como filhos de Deus, não deixemos de confiar no Senhor, com a certeza da Sua Palavra que nos encoraja e nos anima em todas as áreas da nossa fé e vida.

A Conclusão desta carta envolve cinco retumbantes declarações de Certeza, Conhecimento e Confiança que possuem os crentes autênticos e que caracteriza a epístola inteira. João também já o tinha enunciado no seu Evangelho: Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome. (20:31)

I. A Certeza da Vida Eterna – v.13
 Estas coisas vos escrevi…para que saibais que tendes a vida eterna... Que grande declaração de certeza! Esta carta apresenta-nos a Pessoa de Jesus e leva-nos a reconhecê-Lo como o Filho de Deus.

             Conhecendo a verdadeira Pessoa, a verdadeira natureza e a verdadeira missão remidora de Jesus Cristo, o pecador que for a Ele com fé, arrependido do seu pecado, confiando no nome do Filho de Deus, tem a certeza da vida eterna.
           
Não pode ser ignorado aqui o divino convite a toda e qualquer pessoa deste mundo: Estas coisas vos escrevi…para que creiais no nome do Filho de Deus.

E a esse que aceitar este convite, toda a pessoa que confiar a sua alma aos cuidados remidores de Jesus Cristo, torna-se um filho de Deus, nasce de novo e tem a certeza de vida eterna: Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus. (v.1); Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome. (João 1:12)

            Mas não é uma crença qualquer, porque há milhões de pessoas que acreditam em Jesus. Não! É crer que Jesus é o Cristo, como os samaritanos em João 4:42: …sabemos que este é verdadeiramente o Cristo, o Salvador do mundo.
            Ou seja, Jesus é o Messias prometido desde a antiguidade, o Verbo que se fez carne, Deus feito homem que veio ao mundo fazer expiação pelos nossos pecados pelo Seu sacrifício de morte na cruz: E bem sabeis que ele se manifestou para tirar os nossos pecados… (3:5).
            Crer que Ele veio para me salvar da minha culpa e castigo do meu pecado, para me substituir a fim de eu poder ser justificado perante Deus. Esta fé dá a certeza da vida eterna que o crente nunca perderá.

II. A Certeza de que Deus nos ouve e nos atende – v.15 – Aqui temos duas certezas
 E se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que alcançamos as petições que lhe fizermos.  1. Ouve - Aqui está em foco a confiança (v.14) e a certeza de que Deus está atento, Ele nos ouve em tudo, ouve as nossas petições. Esta certeza está aqui bem firme e alicerçada. O nosso Pai ouve e pode dar-nos tudo.
Mas isto não significa que podemos pedir-Lhe qualquer coisa que quisermos e ela ser-nos-á dada. Há uma condição: …se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve. (v.14).

Deus é propício às nossas orações. Não duvidemos. Esperemos e confiemos. O que está envolvido nesta promessa é que temos que ser sábios e pedir, não apenas o que nos é proveitoso e necessário, mas que contribua para a glória de Deus. Peçamos o que tem a ver com o progresso do evangelho, com a salvação das almas, com a plenitude do Espírito Santo nas nossas vidas.

2. Alcançamos as petições - Deus incentiva-nos activamente a orar: se pedirmos. Pensamos que Deus é tão grande e nós tão pequeninos que não nos atrevemos a orar. Mas quando estamos conscientes das nossas necessidades e da Pessoa do nosso Pai celestial, podemos orar com confiança e com esta certeza: sabemos que nos ouve...sabemos que alcançamos as petições.

III. A Certeza de que o crente verdadeiro vive uma vida de santidade – v.18
 Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca... É apresentado aqui o filho de Deus que, pela sua fé em Jesus, é uma pessoa que verdadeiramente nasceu de novo: Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. (II Cor.5:17). O crente não é uma pessoa perfeita. O v.16 fala de podermos ver pecado num nosso irmão.
           
Mas, o crente tem o poder do Espírito Santo que vive nele e que lhe confere vitória sobre o pecado, para que ele não viva vida pecaminosa. Foi-lhe conferida a natureza santa de Deus: Como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância; mas como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver. Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo. (I Pe.1:14-16).

            O crente é conhecido pela sua vida. Pelos seus frutos os conhecereis, disse Jesus. (Mt.7:16).

            I João 3:6-9 é muito claro. Não há dúvidas. Sabemos quem é o crente, ele não vive pecando.

IV. A Certeza de que pertencemos a Deus – v.19
 Sabemos que somos de Deus e que todo o mundo está no maligno. Esta é outra grande afirmação. Em 3:10, Deus revela dois tipos de filiação: os filhos de Deus e os filhos do diabo.

 1. Somos de Deus - Os crentes são filhos de Deus, carinhosamente intitulados em I João 4:4 de filhinhos: Filhinhos, sois de Deus… Sentimos segurança e certeza na nossa salvação porque um filho de Deus será sempre Seu filho: …somos de Deus.

       Aos Gálatas 4:6-7, lemos: E, porque sois filhos, Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai…e se és filho, és também herdeiro de Deus por Cristo.

            Jesus Cristo veio, encarnou, e fez a propiciação dos nossos pecados na cruz. Por isso, o pecador arrependido do seu pecado confia em Jesus e torna-se filho de Deus, pertença d’Ele, saiu do mundo, separou-se deste mundo perdido. e condenado ao inferno se não aceitar o amoroso convite do Salvador.

2. Pelo contrário, os filhos do diabo são aqui designados por todo o mundo não arrependido aos pés de Cristo. Por isso, está no maligno, está perdido, pertence a Satanás, ao maligno.
           
            Mas, o Deus de amor dá esta certeza ao crente: Sabemos que somos de Deus. 

V. A Certeza de que o Filho de Deus encarnou – v.20
 E sabemos que já o Filho de Deus é vindo… Ao encerrar a sua epístola, o apóstolo João também dá um duro golpe nas falsas doutrinas dos “gnósticos” que assaltavam a igreja naquele tempo. Esses falsos profetas perturbavam a igreja com as seguintes falsidades sobre Jesus:
1. Acerca da Pessoa de Jesus, Ele era um “aeon”, um “espírito”, uma emanação angelical de Deus disfarçado de homem. A sua natureza humana não era real; 2. O homem Jesus de Nazaré era real. Mas um espírito apossou-se dele quando foi baptizado e abandonou-o quando foi crucificado. Ou seja, negavam a encarnação do Filho de Deus e, ao fazê-lo, negavam o valor da Sua morte e da expiação divina.

Por isso, nesta carta, o apóstolo João chama de mentirosos e anticristos a estes falsos profetas que negam a Pessoa de Jesus, Sua encarnação e Sua obra: I João 2:22; 4:1-6

Mas, sabemos, Deus dá-nos esta garantia e certeza que, de facto, o Filho de Deus é vindo encarnou e veio a este mundo. Isto é verdade. E, mais do que isso, é que esse Jesus, não apenas é o Filho, como é o verdadeiro Deus e a vida eterna. Portanto, Deus, o verdadeiro Deus, fez-se homem, viveu entre nós na Pessoa do Filho.

Conclusão
No final da sua primeira carta, o apóstolo João recebe de Deus verdades que concedem ao crente verdadeiro estas certezas inabaláveis de conhecimento e confiança: “sabemos”:
I. A Certeza da Vida Eterna que o crente nunca perderá – v.13
 …para que saibais que tendes a vida eterna...

II. A Certeza de que Deus ouve as nossas orações e atende-nos – v.15
 E se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que alcançamos as petições que lhe fizermos.

III. A Certeza de que o crente verdadeiro é santo em toda a sua maneira de viver – v.18
 Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca...

IV. A Certeza de que o crente pertence a Deus, é filho do Pai celestial – v.19
 Sabemos que somos de Deus…

V. A Certeza de que o Filho de Deus encarnou e viveu entre nós para poder ser o Salvador do mundo – v.20
 E sabemos que já o Filho de Deus é vindo…

Mensagem da Série: 8 – Despertar com Exortação o vosso Ânimo Sincero (II Pedro 3:1)
                                     
                                     Rui Simão
                                     Pastor na igreja Evangélica Baptista em Moreira da Maia  

  

terça-feira, 2 de setembro de 2014




MANDAMENTOS RECÍPROCOS
“...uns aos outros…”


A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos deveis amar uns aos outros.
                                                                          Romanos 13:8

         Em Marcos 12:28-31, em resposta a uma questão de um escriba, o Senhor Jesus Cristo apresenta os dois maiores mandamentos de Deus: “Amarás, pois, ao Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes”.

         Introdução: Ao homem pecador, a toda a humanidade, Deus mostrou o Seu amor, ao enviar o Seu Filho Unigénito, o Messias, Jesus Cristo, que encarnou e viveu entre nós, indo à cruz para sacrificar a Sua vida a fim de salvar o pecador: Porque Deus amou o mundo, de tal maneira, que deu o seu Filho unigénito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3:16)

         Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes (v.31), disse Jesus.

         E como, de que forma, devemos nós amar o nosso próximo em obediência ao segundo maior mandamento?

         Eis os mandamentos recíprocos!

O que são estes mandamentos? 
São mandamentos, leis e preceitos divinos que devem estar presentes numa relação humana, em ambas as partes, mutuamente. São mandamentos que o Senhor nos deixa na Sua Palavra. O seu valor e importância são únicos e incalculáveis. 
        
I. O valor destes mandamentos no nosso mundo
         Como seria este mundo se todos fossemos obedientes a estes mandamentos? Que imagens veríamos na TV, que filmes seriam realizados para serem vistos, que fotografias seriam divulgadas pelos jornais, que mensagens seriam trocadas na internet, que "posts" seriam colocados nas redes sociais e que notícias ouviríamos nas rádios se o mundo amasse o seu próximo?

II. O valor destes mandamentos na igreja de Cristo
         E como seria a igreja de Jesus se os seus membros obedecessem a estes mandamentos recíprocos? Afinal, ...a igreja está sujeita a Cristo... (Efésios 5:24). 
         A parábola do bom samaritano é a inesquecível ilustração de Jesus em resposta à questão de um doutor da lei: ...E quem é o meu próximo? No final da história, Jesus lançou-lhe o desafio e disse: ...Vai, e faze da mesma maneira. (Lucas 10:25-37).
           
Propósito: Como cristãos e discípulos de Cristo, ouçamos a Sua voz e obedeçamos aos Seus mandamentos e preceitos, os mandamentos recíprocos.


            MANDAMENTOS RECÍPROCOS





Amai-vos cordialmente uns aos outros, com amor fraternal. (Romanos 12:10)
…preferindo-vos em honra uns aos outros. (Romanos 12:10)

A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei. (Romanos 13:8)

Assim que, não nos julguemos mais uns aos outros; antes, seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao irmão. (Romanos 14:13)

Sigamos, pois, as coisas que servem para a paz e para a edificação de uns para com os outros. (Romanos 14:19)


Portanto recebei-vos uns aos outros, como também Cristo nos recebeu para glória de Deus. (Romanos 15:7)

Eu próprio, meus irmãos, certo estou, a respeito de vós, que vós mesmos estais cheios de bondade, cheios de todo o conhecimento, podendo admoestar-vos uns aos outros. (Romanos 15:14)

Não vos priveis um ao outro, senão por consentimento mútuo… (I Coríntios 7:5)

Para que não haja divisão no corpo, mas, antes, tenham os membros igual cuidado uns dos outros. (I Coríntios 12:25)

Saudai-vos uns aos outros com ósculo santo.
(II Cor.13:12; I Coríntios 16:20; Romanos 16:16; I Pedro 5:14)

…servi-vos uns aos outros pelo amor. (Gálatas 5:13)

Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede, não vos consumais, também, uns aos outros. (Gálatas 5:15)

Não sejamos cobiçosos de vanglórias, irritando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros. (Gálatas 5:26)

Levai as cargas uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo.
(Gálatas 6:2; Romanos 15:1)

Com toda a humildade, e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor. (Efésios 4:2)

Antes, sede uns para com os outros benignos… (Efésios 4:32)

…sede uns para com os outros… misericordiosos… (Efésios 4:32)

…perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.
(Efésios 4:32)

Sujeitando-vos uns aos outros no temor de Deus. (Efésios 5:21)

Não mintais uns aos outros, pois que já vos despistes do velho homem com os seus feitos. (Colossenses 3:9)

Suportando-vos uns aos outros… (Colossenses 3:13)

…e perdoando-vos uns aos outros se algum tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também. (Colossenses 3:13)

A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao senhor com graça em vosso coração. (Colossenses 3:16)

O Senhor vos aumente, e faça crescer em amor uns para com os outros e para com todos, como também o fazemos para convosco. (I Tessalonicenses 3:12)

Quanto, porém, ao amor fraternal, não necessitais de que vos escreva, visto que vós mesmos estais instruídos por Deus que vos ameis uns aos outros. (I Tessalonicenses 4:9)

Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras. (I Tessalonicensses 4:18)

Por isso, exortai-vos uns aos outros… (I Tessalonicenses 5:11)

… e edificai-vos uns aos outros, como também o fazeis. (I Tessalonicenses 5:11)

Vede que ninguém dê a outrem mal por mal, mas segui sempre o bem, tanto uns para com os outros, como para com todos. (I Tessalonicenses 5:15)

Sempre devemos, irmãos, dar graças a Deus por vós, como é justo, porque a vossa fé cresce muitíssimo e o amor de cada um de vós aumenta de uns para com os outros.    (II Tessalonicenses 1:3)

Antes, exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado. (Hebreus 3:13)

E consideremo-nos uns aos outros para nos estimularmos ao amor e às boas obras. (Hebreus 10:24)

Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros, e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia. (Hebreus 10:25)

Irmãos, não faleis mal uns dos outros… (Tiago 4:11)

Irmãos, não vos queixeis uns contra os outros, para que não sejais condenados. Eis que o juiz está à porta. (Tiago 5:9)

Confessai as vossas culpas uns aos outros… (Tiago 5:16)

… e orai uns pelos outros para que sareis: a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos. (Tiago 5:16)

Purificando as vossas almas pelo Espírito na obediência à verdade, para o amor fraternal, não fingido, amai-vos ardentemente uns aos outros com um coração puro. (I Pedro 1:22)

Mas, sobretudo, tende ardente amor uns para com os outros, porque o amor cobrirá a multidão de pecados. (I Pedro 4:8)

Sendo hospitaleiros uns para com os outros, sem murmurações. (I Pedro 4:9)

Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus. (I Pedro 4:10)

…e sede todos sujeitos uns aos outros, e revesti-vos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes. (I Pedro 5:5)

Conclusão/Aplicação
         Mandamentos recíprocos deixados pelo nosso Deus e Senhor. Não esqueçamos o Seu repto: Vai e faze da mesma maneira.

Rui Simão
pastor da Igreja Evangélica Baptista de Moreira da Maia

sábado, 2 de agosto de 2014



A Bíblia de João Ferreira de Almeida
Compare a primeira edição com a sua Bíblia actual

Para saber mais sobre a origem das Escrituras, sua inspiração e preservação, suas versões e traduções:
http://iebmoreiradamaia.blogspot.pt/2012_09_01_archive.html 

                      Abaixo segue um link, do Novo Testamento, onde pode ser consultada a primeira edição da Bíblia João Ferreira de Almeida que ele traduziu do texto grego e que  foi publicada em Amesterdão em 1681. 
Veja essa preciosidade e compare-a com a sua Bíblia.
Claro que o português foi revisado ao longo dos anos. Mas o que tem de ser preservado é o texto original grego.
Nos nossos dias, especialmente a partir de meados do séc. XX, surgiram novas versões bíblicas que diferem em muito da primeira edição. Muitos versículos foram, por exemplo, cortados e alterados. Estamos a falar de largas dezenas de passagens bíblicas modificadas.
Para avaliar dos atentados/estragos levados a cabo com as novas versões bíblicas 
(Almeida Atualizada, Nova Versão Internacional, Bíblia Viva, Na Linguagem de Hoje, Bíblia para todos, etc ) analise apenas alguns versículos. 
A versão bíblica que se mantém fiel até hoje é a Almeida Corrigida Fiel. 
Mas compare com a sua e considere o que leva o homem a modificar a Palavra de Deus, cortando metade dos versículos? 

Veja, por exemplo, apenas: 
Romanos 8:1; Efésios 3:9; I Timóteo 3:16; I João 5:13
Grande parte das alterações atacam a Pessoa do Senhor Jesus Cristo.



Infelizmente, não podemos pensar que todas as Bíblias são boas e muito menos que as Bíblias mais modernas são as melhores.
A Palavra de Deus não pode ser modificada sob nenhum pretexto humano:

Assim diz o Senhor: Põe-te no átrio da casa do Senhor e dize a todas as cidades de Judá, que vêm adorar na casa do Senhor, todas as palavras que te mandei que lhes dissesses; não omitas nenhuma palavra. (Jeremias 26:2)

"...se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro; e se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa..." Apocalipse 22:18-19)

Link abaixo da Bíblia Almeida de 1681: 


Temos que ler com atenção e ter cuidado com as subtilezas e astúcias. Bem sabemos do autor da primeira subtileza, no Éden (Génesis 3) e na tentação ao nosso Senhor Jesus. Como ele, "pai da mentira" troca ou omite uma palavra para dar outro sentido. 

Já é um grande ataque à Palavra inspirada pelo Espírito Santo cortar UM versículo que seja. Jesus disse "...nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido."(Mateus 5:18). Isto para reforçar que há muita subtileza nas versões modernas da Bíblia.

Vejamos este exemplo de apenas 3 versículos que enunciei (Romanos 8:1, I Timóteo 3:16 e I João 5:13), embora haja muitíssimos mais. Neste caso, a NVI está certa apenas em I Timóteo 3:16. Nos outros dois casos cortou metade dos versículos.
Continuando na NVI, não tem a palavra "INFERNO" uma única vez em todo o Velho Testamento (se não estou errado). 

Mas a verdade é que as versões modernas (NVI, Almeida Atualizada, Bíblia Viva, Na Linguagem de Hoje, Bíblia para Todos, a Almeida Corrigida depois de 1898 e especialmente depois de 1948, e a Tradução Novo Mundo das Testemunhas Jeová, entre outras) cortaram, modificaram, omitiram, modificaram a Palavra de Deus. Que homem, por mais erudito que se ache nas Escrituras, tem a autoridade para alterar a Palavra de Deus?

Para concluir, vou transcrever I Timóteo 3:16 porque é um versículo importantíssimo sobre a encarnação do Filho de Deus.

A Almeida Fiel traduz bem o grego e escreve que "...Deus se manifestou em carne...". Mas as versões modernas têm"...Aquele que se manifestou em carne...". Muitíssimo diferente, não é? 

Abaixo segue este mesmo versículo em espanhol, francês, inglês, italiano, alemão, segundo as primeiras traduções das Escrituras para as línguas do povo, tal como fez o português João F. Almeida, onde se traduz correctamente "...Deus se manifestou em carne...": 

- "E senza veruna contradizione, grande è il misterio della pietà: Iddio è stato manifestato in carne, è stato giustificato in Ispirito, è apparito agli angeli, è stato predicato a’ Gentili, è stato creduto nel mondo, è stato elevato in gloria. (Italiano- G. Diodati);  

- " Y sin cotradicción, grande es el misterio de la piedad: Dios ha sido manifestado en carne; ha sido justificado con el Espíritu; ha sido visto de los ángeles; ha sido predicado á los Gentiles; ha sido creído en el mundo; ha sido recibido en gloria." (Espanhol - Reina Valera) ;  

- " And without controversy great is the mystery of godliness: God was manifest in the flesh, justified in the Spirit, seen of angels, preached unto the Gentiles, believed on in the world, received up into glory. (Inglês – King James de 1611) ;

- " Et, de l'aveu de tous, le mystère de piété est grand: Dieu a été manifesté en chair, justifié par l'Esprit, vu des anges, prêché parmi les Gentils, cru dans le monde, et élevé dans la gloire.(Francês);  

- " Und kündlich groß ist das gottselige Geheimnis: Gott ist offenbaret im Fleisch, gerechtfertiget im Geist, erschienen den Engeln, geprediget den Heiden, geglaubet von der Welt, aufgenommen in die HERRLIchkeit  (Lutero) ; 

- " και ομολογουμενως μεγα εστιν το της ευσεβειας μυστηριον θεος εφανερωθη εν σαρκι εδικαιωθη εν πνευματι ωφθη αγγελοις εκηρυχθη εν εθνεσιν επιστευθη εν κοσμω ανεληφθη εν δοξη (grego).


Rui Simão
Pastor da Igreja Evangélica Baptista de Moreira da Maia

sexta-feira, 4 de julho de 2014



Os Recabitas

 O Dever da constância e da firmeza em observar os princípios bíblicos
                                                                      Jeremias 35
…os filhos de Jonabade, filho de Recab, guardaram o mandamento de seu pai que eles lhes ordenou, mas este povo não me obedeceu.

Introdução      


A mensagem de hoje faz referência a uma família que, na sua história, contribuiu para limpar de Israel os idólatras profetas de Baal que ali chegaram pela mão de Jezabel, mulher do rei Acabe, no tempo do profeta Elias.

 

Jeremias foi um profeta de Deus durante um período muito complicado de declínio e de queda da nação. Deus pediu a Jeremias para levar a mensagem divina ao povo de Jerusalém e de Judá e usou algumas ilustrações para despertar o povo: Um cinto de linho (cap.13): O vaso do oleiro (cap.18): Uma botija de oleiro (cap.19); Dois cestos de figos (cap.24); Grilhões e jugos ao pescoço (cap.17)

 

Agora, no cap.35, Deus vai pedir ao profeta que use como ilustração o exemplo de vida da família dos Recabitas para dar uma importante lição ao povo de Judá e de Jerusalém.

 

Propósito: Se quisermos agradar ao Senhor, precisamos de obedecer-Lhe e isto é uma prova do nosso amor ao nosso Pai celestial.

 

I. Quem são os Recabitas, sua origem

1. A sua origem. Quando o Senhor ordenou a Jeremias que visitasse os Recabitas, (no hebraico, significa “carreteiros”, de “montar, dirigir”) estes já tinham uma história de aproximadamente 300 anos.

A casa de Recabe, ou seja, os Recabitas, de uma tribo nómada e dedicada ao pastoreio, foram a pouco e pouco aparentando-se com os queneus e com os descendentes de Jetro, sogro de Moisés, até se constituírem num expressivo e piedoso clã na linha de Judá: …estes são os queneus, que vieram de Hamate, pai da casa de Recabe. (I Crón.2:55).

 

2. O seu relacionamento com Israel. Os Recabitas entram na história do povo de Deus de maneira heróica. No tempo do profeta Elias, o rei Acabe e sua mulher Jezabel introduziram em Israel centenas de profetas de Baal que fizeram desviar o povo dos caminhos de Deus para a idolatria. Isto levou ao castigo de Deus com 3,5 anos de seca em Israel.

 

         Elias matou cerca de 450 desses profetas no desafio heróico no Monte Carmelo (I Reis 18). Mas ainda sobraram muitos desses profetas idólatras.

 

Então, Jonadabe, o fundador da disciplina dos Recabitas, é convidado pelo rei Jeú para extirpar os profetas de Baal do Reino do Norte (842-815 a.C.). Nesta ocasião, o recabita Jonabade identifica-se como tendo um coração recto diante de Deus (II Reis 10.15-17-28).

 

         Neste encontro, no diálogo entre Jonabade e o rei Jeú, e neste ter convidado Jonabade a subir no seu carro de guerra, confirma que firmaram uma aliança militar.

E uma coisa é clara. Por causa do lugar proeminente que o novo rei Jeú lhe deu, indica que a influência de Jonabade não era de pequena monta, e sim que teria uma importante posição social.

 

         A declaração em II Reis 10:15 de que …Jonabade, filho de Recabe, que lhe vinha ao encontro… (do rei Jeú), mostra que foi Jonabade quem tomou a iniciativa

 

Apesar dos desvios do rei Jeú e de outros líderes em Israel, os Recabitas mantiveram-se fiéis à Lei de Deus, embora não passassem de forasteiros entre os hebreus.

 

Isto mostra que os Recabitas eram defensores radicais e zelosos do nome de Yahweh, especialmente quando o nome do SENHOR estava debaixo da ameaça de um crescente  baalismo idólatra durante o reinado dos maus reis Onri e Acabe.

 

Mais tarde, Malquias, o filho de Recabe, aparece na história da reconstrução de Jerusalém a reparar a Porta do Monturo sob o governo de Neemias (Ne.3:14), depois do exílio na Babilónia.

 

II. O Estilo de vida dos Recabitas

         Deus vai aqui utilizar o exemplo dos Recabitas para ensinar o Seu povo a respeito da fidelidade aos Seus mandamentos.

Foi exatamente entre as trevas e as apostasias de Israel, que Jonadabe se sentiu impulsionado a fundar uma sociedade que tinha por base a temperança, a modéstia e, principalmente, o temor a Deus. O seu estilo de vida está bem descrito em Jeremias 35:6-7.

 

1. Abstinência total de vinho – O seu patriarca Jonabade decidiu que toda a sua casa se absteria totalmente do vinho, pois sabiam muito bem do perigo do álcool quanto à moral e aos bons costumes (Gn 9.20-23; 19.32-38). Além disso, naquele tempo, o vinho estava intimamente associado às depravadas festas dos ímpios cananeus. Assim, decidiram abster-se do vinho para terem uma conduta sóbria e recatada.

 

2. Peregrinos: Não edificavam casas, não semeavam e não plantavam vinhas, mas viviam em tenda – Vistos de nosso contexto cultural, os recabitas pareciam os mais estranhos dos homens. Além de se absterem das bebidas alcoólicas, faziam questão de viver como peregrinos (Hb 11.13), sem raízes permanentes na terra e para não serem influenciados pela cultura pecaminosa daquela época.

 

3. Honravam a tradição dos seus antepassados. Ao contrário dos judeus que já se haviam esquecido da Lei de Moisés e do exemplo dos patriarcas, os Recabitas respeitavam e levavam em consideração o que lhes havia determinado Jonadabe, filho de Recabe: “Assim, ouvimos e fizemos conforme tudo quanto nos mandou Jonadabe, nosso pai” (Jr.35.10). A força do caráter de Jonabade vê-se no facto dos seus descendentes ainda lhe serem obedientes cerca de 300 anos após a sua morte.

 

4. O encontro dos recabitas com Jeremias. Os recabitas armaram as suas tendas perto de Jerusalém para escaparem às forças babilónicas que, dentro em breve, haveriam de destruir a Cidade Santa (605 a.C.). E, agora, recebem o inesperado convite do profeta para se dirigirem à Casa de Deus. Aqui, seria encenado mais um duro sermão aos descendentes de Jacó, visando demovê-los de sua rebelião contra o Senhor.

 

III. O Exemplo dos Recabitas – vs.4-5

         Famosos pela sua abstinência total de vinho, a fim de realçar a fidelidade dos recabitas, Deus pede ao profeta Jeremias que os conduza ao Templo. E, aqui, na câmara de Hanã, oferece-lhes taças cheias de um delicioso vinho, e ordena-lhes que o bebam: Bebei vinho. Por ter a ordem vindo da boca do profeta, os recabitas sabiam que o Senhor Deus é quem tinha dado a ordem.

 

A recusa dos Recabitas – Mas eles disseram: Não beberemos vinho…

Todos eles se recusam a beber. Prontamente, na boca deles está bem patente o que permanecia nos seus corações havia séculos: …porque Jonabade, filho de Recabe, nosso pai, nos mandou…

 Coisa alguma era capaz de os convencer a abandonar a sua decisão.

 

 Com esta demonstração corajosa, Jazanias, o maioral dos recabitas, deixa bem patente a todos, principalmente aos ministros do altar, porque é que eles não se davam ao vinho e a fidelidade a toda a prova aos seus compromissos.

 

            Tentemos imaginar o cenário.

Os Recabitas a entrarem bem no interior do maravilhoso templo do SENHOR, a serem conduzidos pelo profeta de Deus, Jeremias, até às câmaras dos príncipes.

Como uma tentação, o vinho é posto diante dos recabitas exatamente no interior da Casa de Deus, numa forma em que eles se viram pressionados a quebrarem a sua tradição.

        

Os rústicos recabitas são submetidos ao teste na presença do profeta e de representantes dos sacerdotes, mas dão-lhes uma lição de zelosa fidelidade.

Todos eles, homens, mulheres e crianças, em todos os níveis da sua sociedade, eram fiéis: Obedecemos, pois, à voz de Jonabade, filho de Recabe, nosso pai, em tudo quanto nos ordenou… (v.8)

 

            Comecemos por enfatizar o contraste entre os Recabitas e os israelitas e aprendamos que a obediência aos preceitos divinos deve ser eterna.
 
                    Recabitas                                 x                           Israelitas

 Mantinha os votos feitos a um             /  Quebraram a aliança com o Deus líder humano                                          Todo-Poderoso
Obedeciam às leis temporais                /  Recusavam-se a obedecer às leis                                                                divinas
Obedeceram por mais de 300 anos     / Desobedeceram por centenas de anos
Seriam recompensados                     /  Seriam castigados



IV. A Lição Objectiva - A aprovação do SENHOR aos Recabitas

O Senhor não recomendou tanto as regras deles, mas sim a OBEDIÊNCIA deles às suas regras, contrastando-os com os demais membros membros da nação de Israel, que não odebeciam ao SENHOR.

 

Deus usou uma família inteira para ensinar aos israelitas acerca da importância de se respeitar as ordenanças divinas. Os recabitas recusavam beber vinho, edificar casa, semear sementes, plantar e possuir vinha, porque o patriarca da família o havia determinado para os seus descendentes (vs.6-7).

 

            Os recabitas foram obedientes e demonstraram respeito às tradições dos seus pais que lhes deu uma ordem apenas UMA VEZ e excediam até essa ordem em zelo.

 

Nos vs.14 e 15, Deus queixa-Se porque falou ao Seu povo não UMA VEZ, mas muitas vezes, desde Moisés no Sinai e ao longo de séculos. Em vez de se tornarem uma nação distinta obediente às leis do Deus vivo e verdadeiro, paganizaram-se e acabaram por se tornar um povo idólatra qualquer em que o Senhor era mais um entre inúmeros deuses.

 

Nos vs.16-17, Deus determina o resultado da sua deliberada desobediência: …mas este povo não me obedeceu. Seriam gravemente disciplinados com a invasão, destruição de Jerusalém, do templo e exílio na Babilónia.

 

Conclusão

            Vemos como o mundo é tão acérrimo praticante de tradições que nada têm a ver com a vida cristã e espiritual. O que podemos aprender, como igreja, com a lição dos Recabitas?

 

         Fidelidade: Constância e firmeza em observar os princípios bíblicos. Deus utiliza o exemplo dos recabitas para ensinar ao Seu povo a respeito da fidelidade aos Seus mandamentos.

 

         Num momento de apostasia e de infidelidade, que levou Deus a castigar Judá com a invasão babilónica e a destruição de Jerusalém, os recabitas tornaram-se um singular exemplo, para todo o povo de Deus de moderação, prudência e fidelidade.

 

         Legaram-nos os recabitas um exemplo tão marcante que, passados vinte e seis séculos, ainda nos inspiramos no seu equilíbrio e temperança e fidelidade a toda a prova

 

         E Deus levou-lhes em conta a piedade. Quando da destruição de Jerusalém, o Senhor deu-lhes suas almas como despojo; foram preservados do mal enquanto os intemperantes e viciosos judeus eram entregues à ruína.

         Os recabitas honravam a tradição dos seus antepassados, ao contrário dos judeus, que já se haviam esquecido da Lei de Moisés.

 

         Mas nós, como igreja de Cristo, também devemos ter um forte compromisso, não com as tradições do mundo, mas com os mandamentos e preceitos que o Senhor nos deixou.

 

         Precisamos de ter convicções bíblicas das quais não nos devemos afastar. A igreja de hoje mais parece a Judá do tempo de Jeremias. Devemos zelas pela espiritualidade e não pelo mundanismo.

         Ao serem peregrinos na terra, os Recabitas não seriam tentados pelo mundo à sua volta. Hoje, quanto mais dinheiro, quanto mais conforto, quanto mais facilidades os crentes têm, mais pensam neste mundo e menos pensam no paraíso no céu com o Senhor. Os crentes não se olham como peregrinos. Somos tentados pelo mundo e enquanto os Recabitas disseram “NÃO, nós obedecemos aos preceitos do nosso pai”, a igreja tentada sucumbe e não rejeita o mundo.

 

         A fé dos Recabitas trabalhava a favor deles. A fé da igreja de hoje  trabalha mais a favor do seu próprio ego, não honrando a Cristo.

        

         Estamos nos últimos dias. O momento requer sobriedade e vigilância. Como estamos a nos comportar? Agimos como os recabitas?

 

         Neste tempo, ordena-nos o Senhor que visitemos a casa dos recabitas. À semelhança dos recabitas, primemos pela excelência das virtudes cristãs. Caso contrário, seremos tidos como profanos quando da volta do Senhor Jesus.

        

         E que jamais nos esqueçamos: a Igreja de Cristo tem um forte compromisso com a Palavra de Deus, com a temperança, com a sobriedade, com a prudência, com os bons costumes e com a excelência moral. Afinal, somos a luz do mundo e o sal da terra (Mt 5.13-16; Ef 5.8-13).

 

Como os Recabitas haviam honrado os seus pais, foi justamente esta obediência que lhes conquistou a aprovação de Deus. Tinha-lhes o Senhor dado, agora, uma gloriosa promessa (ler Jer. 35.18,19).

 

Aos crentes de hoje, diz o Senhor:

         “Então, irmãos, estai firmes e retende as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa” (II Ts.2.15
 
        

                   Rui Simão, pastor
               Igreja Evangélica Baptista de Moreira da Maia