segunda-feira, 8 de junho de 2015




O Alá do Alcorão não é o Deus da Bíblia
  


Introdução   
        Recentemente, o Papa católico Francisco deu mais um passo no ecumenismo ao pregar sobre o valor da unidade religiosa, colocando ao mesmo nível Alá, Deus, Jesus e Maomé. Na segunda-feira (07-06-2015), o bispo de Roma dirigiu-se aos seguidores católicos sobre a importância extrema de exibir a tolerância religiosa. Durante seu discurso de uma hora, um sorridente Papa Francisco foi citado dizendo aos convidados do Vaticano que o Corão, e os ensinamentos espirituais contidos nele, são tão válidas como a Bíblia Sagrada. Disse: “Jesus Cristo, Maomé, Jeová, Alá. Estes são todos os nomes utilizados para descrever uma entidade que é distintamente o mesmo em todo o mundo.”
         Muitas pessoas e, infelizmente, muitos cristãos, pensam que o Alá do Alcorão é o mesmo Deus da Bíblia. Mas isto é um grande e perigoso engano.
         Um factor que fortalece esta ideia é porque dizem que islamismo e cristianismo são religiões monoteístas. Mas também aqui temos que ser rigorosos para não errarmos.
         Erradamente, quase todos os escritores tomam por certo que o Deus do Alcorão é o mesmo Ser e tem os mesmo atributos que o Senhor Deus do Antigo e Novo Testamentos da Bíblia.

Propósito: Como cristãos e filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus, o único Deus vivo e verdadeiro é o Deus e Pai do nosso Senhor Jesus Cristo revelado nas Escrituras Sagradas, a Bíblia.

         Outro componente estranho desta questão é:
- Erradamente, muitos concluem que “Alá” é só o nome árabe do Deus Bíblico. Jeová e Alá seriam o mesmo Deus. Mas, na verdade, pelo contrário, Alá não é o nome árabe de "Deus". Alá é um ídolo.

I. Algumas diferenças entre Personagens e acontecimentos bíblicos
         Na Bíblia encontramos repetidamente o refrão: Abraão... Isaque... Jacó... José. Mas os muçulmanos ensinam e acreditam no que Maomé escreveu: "Abraão... Ismael... Jesus... Maomé".
         No Corão está escrito que Ismael, e não Isaque, foi levado por Abraão, seu pai, para ser sacrificado no Monte. Essa é a doutrina central de uma das maiores celebrações muçulmanas (Eid).

II. O Alá do Alcorão não é o Deus da Bíblia – Grandes diferenças

1. - Alá não é o mesmo Deus da Bíblia. O Deus da Bíblia é um, mas trino, enquanto que o do Alcorão não. Alá define-se como uma unidade absoluta, mas o Deus da Bíblia como uma Trindade.

2. - Alá não possui um filho, o Deus da Bíblia sim. Alá opõe-se, por meio do Alcorão, às doutrinas cristãs de Deus e à Divindade e Filiação de Jesus. Porém, ao longo da História, estas doutrinas foram reveladas por Deus nas Escrituras Sagradas, a Bíblia. A doutrina do Alcorão não aceita e opõe-se ao cristianismo e ao judaísmo.

3. -   O Senhor Deus e o Alá do Corão não são o mesmo. O SENHOR Deus refere-Se a Si mesmo 12 vezes como “o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó”. Por um número impressionante de vezes, 203 em 201 versículos (de Êxodo 5.1 até Lucas 1.68), Ele é chamado de “Deus de Israel”, mas nunca de “Deus de Ismael”.

 

4. - O SENHOR da Bíblia afirma repetidas vezes que Ele é o único Deus verdadeiro: “Há outro Deus além de mim? Não, não há outra Rocha que eu conheça” (Is 44.6,8). Ele também declarou: “fora de mim não há Salvador” (Is 43.11; Os 13.4).

         Isaías profetizou que o Messias prometido, que viria para pagar a penalidade pelo pecado conforme exigia Sua própria justiça, seria “Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Is 9.6). Por isso, Jesus declarou: “Eu e o Pai somos um” (Jo 10.30).

       
        Para entender melhor as implicações dessa afirmação de Jesus sobre a Sua eternidade e existência antes de Abraão, Jesus disse: “Antes que Abraão existisse, Eu Sou”.

5. – Idolatria Islâmica – Caaba, a veneração da Pedra Negra – Os muçulmanos manifestam-se duramente contra a idolatria, mas a Caaba é o Santuário islâmico localizado no centro da Grande Mesquita, em Meca. Lugar sagrado dos muçulmanos, guarda a Pedra Negra, que, segundo eles, teria sido dada a Adão depois da sua expulsão do Paraíso. Levada pelo dilúvio, a Caaba teria sido reconstruída por Abraão e seu filho Ismael. A Peregrinação para Meca, ou Hajj, é um dos pilares do islamismo. Essa peregrinação ao lugar do nascimento de Maomé deve ser feita por todo o muçulmano pelo menos uma vez na vida.
 
 Um peregrino realiza uma oração perto da Caaba em Meca



III. Os Atributos de Deus
         A Bíblia e o Alcorão possuem aqui pontos de vistas diferentes acerca de Deus. Quando comparamos os atributos de Deus, como se encontram na Bíblia, aos atributos de Alá, encontrados no Alcorão, fica mais do que óbvio de que os dois não são o mesmo Deus. A visão Bíblica acerca de Deus não pode ser igualada à que se tem de Alá. Alá não pode ser o Deus dos Patriarcas Bíblicos, os Judeus, ou Cristãos.

    Eis as diferenças essenciais sobre o Alá do Alcorão e o Deus da Bíblia:

1. – Muito importante é a natureza de Deus e como Ele se relaciona com a Sua criação. Islamismo e Cristianismo estão, apesar de algumas semelhanças formais, muito distanciados.

2. - CONHECIDO VERSUS DESCONHECIDO
         Segundo a Bíblia, Deus pode ser conhecido. Jesus Cristo veio a este mundo para que conheçamos a Deus: "E a vida eterna é esta: Que Te conheçam, a Ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste" (João 17: 3).

         No Islamismo, porém, Alá é desconhecido. É tão transcendente, tão exaltado, que nenhum homem pode sequer conhecer Alá pessoalmente. Enquanto, segundo a Bíblia, o homem pode chegar a um relacionamento pessoal com Deus, o Alá do Alcorão é tão distante, tão longínquo, tão abstrato, que ninguém pode conhecê-lo.

3. - PESSOAL VERSUS IMPESSOAL
Fala-se do Deus da Bíblia como um Ser pessoal com intelectuo, vontade. Isto contrasta com o Alá do Alcorão, que não é entendido como uma pessoa.

4. - ESPIRITUAL VERSUS NÃO ESPIRITUAL
         Para o Islamismo, a ideia de que Alá é uma pessoa ou um espírito é blasfémia, porque isso rebaixaria o Exaltado. Porém, o conceito de que "Deus é Espírito" é um dos pilares da natureza Bíblica de Deus, ensinada pelo próprio Jesus Cristo, em João 4: 24.

5. - TRINITARIANO VERSUS UNITARIANO
         O Deus da Bíblia é um Deus em Três pessoas: O Pai, o Filho e o Espírito Santo. Essa Trindade não são três deuses, mas um Deus. Pelo contrário, o Alcorão declara que Deus não é Pai, Jesus não é o Filho e nem o Espírito Santo é Deus.

6. - AMOR DE DEUS VERSUS NENHUM AMOR DE DEUS
         O amor de Deus é o principal atributo do Deus Bíblico, que é revelado em passagens como I João 4: 8, "Deus é amor", ou também João 3: 16. Deus ama as suas criaturas, especialmente o homem, ainda que pecador e perdido. Porém, quando nos voltamos para o Alcorão, não encontramos amor como sendo o principal atributo.

Alá nem sequer "tem sentimentos" em relação ao homem. Tal conceito é alheio à compreensão Islâmica. Isso reduziria Alá a ser um mero homem, o que é uma blasfémia para o Islamismo.

7. - ACTIVO NA HISTÓRIA VERSUS PASSIVO
         Alá não participa da história humana pessoalmente e não atua como um agente histórico. Sempre lida com o mundo através da sua palavra, profetas e anjos. Não vem lidar com o homem pessoalmente.

         Quão diferente é a Ideia Bíblica da encarnação, pela qual o próprio Deus entra na história e actua para promover a salvação do homem: "Deus se manifestou em carne" (I Timóteo 3: 16). Mais uma vez, "Deus prova o seu amor para connosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores" (Romanos 5: 8).

 

Conclusão

Alá e o Senhor Deus são o mesmo Deus? Não, de maneira nenhuma! O Alá do Alcorão e dos muçulmanos não tem nada a ver com o Deus revelado na Bíblia como Pai, Filho e Espírito Santo. Este é o Deus Criador de todas as coias e que encarnou na Pessoa do Filho Unigénito, O Senhor Jesus Cristo, a fim de dar a Sua vida em sacrifício na cruz pelo pecador perdido e condenado. O único Deus vivo e verdadeiro é o Deus e Pai do nosso Senhor Jesus Cristo.  

       
O Alá do Alcorão não é o Deus da Bíblia
 Idolatria Islâmica
A Caaba1 ou Kaaba
(também conhecido como Ka'bah ou Kabah; em árabe: الكعبة al-Kaʿbah IPA: [ʔælˈkæʕbɐ], "O Cubo"), também conhecido como al-Kaʿbatu l-Mušarrafah (الكعبة المشرفة; "O Nobre Cubo"), al-Baytu l-ʿAtīq (البيت العتيق; "A Casa Primigênia"), ou al-Baytu l-Ḥarām (البيت الحرام; "A Casa Sagrada/Proibida") é uma construção cuboide reverenciada pelos muçulmanos na mesquita sagrada de al Masjid Meca, e é considerado pelos devotos do Islã como o lugar mais sagrado do mundo.[2]

A Caaba é uma construção cúbica de 15,24 metros de altura, e é cercada por muros de 10,67 metros e 12,19 metros de altura. Ela está permanentemente coberta por uma manta escura com bordados dourados que é regularmente substituída. Em seu exterior, encravada em uma moldura de prata, encontra-se a Hajar el Aswad ("Pedra Negra"), uma pedra escura, de cerca de 50 centímetros de diâmetro, que é uma das relíquias mais sagradas do islã.

A Caaba é o centro das peregrinações (hajj) e é para onde o devoto muçulmano volta-se para as suas preces diárias (salat). É o lugar mais sagrado do Islã.
Quando o profeta Maomé repudiou todos os deuses pagãos e proclamou um deus único, Alá poupou a Caaba e tornou-a de um centro de peregrinação pagã em um centro da nova fé. No período pagão, a Caaba provavelmente simbolizava o sistema solar, abrigando 360 ídolos, sendo assim uma representação zodiacal. O edifício foi restaurado diversas vezes; a construção atual é datada do século VII, substituindo a mais antiga que foi destruída no cerco de Meca em 683.

 



  Caaba – A Veneração da Pedra Negra

A Caaba é o Santuário islâmico localizado no centro da Grande Mesquita, em Meca. Lugar sagrado dos muçulmanos, guarda a Pedra Negra, que teria sido dada a Adão depois de sua expulsão do Paraíso. Levada pelo dilúvio, a Caaba teria sido reconstruída por Abraão e seu filho Ismael, que teriam embutido no ângulo sudeste do cubo de pedra que formava a casa de Deus a Pedra Negra trazida pelo anjo Gabriel. “Os muçulmanos contornavam a Caaba sete vezes, tocando ou beijando a Pedra Negra ao passarem por ela” (1, p. 161).
A Peregrinação para Meca ou Hajj, é um dos pilares do islamismo. Essa peregrinação ao lugar do nascimento de Maomé deve ser feita por todo muçulmano pelo menos uma vez na vida desde que dotado de condições físicas e econômicas.
Mantran comenta o seguinte sobre a Caaba: “A partir do século V, Meca ficou sob o domínio da tribo de Qoraysh, quando um de seus membros, Qosayy, vindo do norte, eliminou a tribo de Khozaa e teve a habilidade para transformar Meca em um grande centro de peregrinação, reunindo em um só santuário, a Caaba, as principais divindades dos Árabes… Entre os árabes, essa Pedra Negra, provavelmente um meteorito, era (e é) objeto de veneração… reunindo ali as grandes divindades árabes, permitindo assim aos homens das caravanas satisfazerem sua crença numa ou noutra divindade” (6. p.55). O prêmio Nobel de Literatura, o Doutor Naipaul, corrobora nesse sentido: “… A peregrinação a Meca é mais velha do que o Islã, enraizada no antigo culto tribal árabe e incorporado pelo Profeta às práticas islâmicas: a essa cultura, camada após camada de história”(3, p.145).
A Caaba - a Casa Sagrada de Deus

Descrição: O que é a Caaba para os muçulmanos?


A Caaba[1]  é a Casa sagrada de Deus situada no meio da mesquita sagrada na cidade de Meca, na Arábia Saudita.  O cubo negro é familiar para pessoas de todas as crenças devido às imagens que saem da Arábia Saudita todos os anos no período da peregrinação.  Geralmente quando as pessoas vêem essas imagens, sua atenção foca no cubo negro sendo circundado por centenas, se não milhares, de adoradores.  Esse cubo é a Caaba.
“Deus designou a Caaba como Casa Sagrada, como local seguro para os humanos.” (Alcorão 5:97)

A Caaba é o local mais sagrado no Islã e é a qibla, a direção para a qual os muçulmanos se voltam quando oram.  É chamada a Caaba por causa de sua forma; cubo na língua árabe é ka’b. Às vezes a Caaba é chamada Al Bait Al Atiq, ou a casa emancipada. O profeta Muhammad, que Deus o louve, disse que esse nome era usado devido ao fato de que Deus protegeu a Caaba de ficar sob o controle de tiranos.[2]

A Caaba é feita de granito tirado dos montes próximos a Meca e tem 15 metros de altura, com as laterais medindo 10,5m por 12 m. Hoje a Caaba é coberta por um tecido preto de seda decorado com caligrafia bordada em ouro, conhecida como kiswah.
No lado sudoeste da Caaba está uma parede semicircular que representa o limite, ou al hatim.  A entrada para a Caaba é feita através de uma porta com 2,13 metros de altura, na parede nordeste.  No interior o chão é feito de mármore e as paredes são cobertas com mármore à meia altura entre o piso e o teto.

Versículos do Alcorão são escritos em tabuletas inseridas no mármore e a parte superior da parede interna é coberta com tecido verde decorado com versículos bordados em ouro.  Lâmpadas estão penduradas em uma viga; também existe uma pequena mesa para queimar incensos.  Zeladores perfumam a cobertura do mármore com óleo perfumado, o mesmo óleo usado para ungir a Pedra Negra do lado de fora.

A Pedra Negra, uma pedra sagrada antiga, está embutida no canto oriental da Caaba, um metro e meio acima do solo.  O profeta Muhammad, que Deus o louve, disse: “A pedra negra desceu do paraíso e era branca como leite, mas os pecados dos filhos de Adão a tornaram negra.”[4]

Os sábios do Islã têm divergido sobre quem construiu a Caaba. Alguns dizem que foi construída pelos anjos.  Outros dizem que o pai da humanidade, Adão, construiu a Caaba, mas ao longo de muitos séculos ela ficou em ruínas e ficou perdida no tempo, para ser reconstruída pelo profeta Abraão e seu filho Ismael.  Todos concordam que a Caaba foi construída ou reconstruída pelo profeta Abraão.
“E quando Abraão e Ismael levantaram os alicerces da Casa, exclamaram: Ó Senhor nosso, aceita-a de nós pois  Tu és Oniouvinte, Sapientíssimo.”    (Alcorão 2: 127)
Desde então a Caaba foi reconstruída várias vezes.  Pelos amalequitas, a tribo de Jurham, Qusayy ibn Kilaab, a tribo dos coraixitas e várias vezes após o advento do Islã.  Pouco antes da missão do profeta Muhammad começar a Caaba foi construída a partir de pedras, sem argamassa, e não era muito mais alta que a altura de um homem. As pessoas tinham roubado tesouro da Caaba e, por isso, os coraixitas decidiram reconstruí-la e acrescentar um teto.
Cada tribo coletou materiais de construção e trabalhou cooperativamente até que chegou o momento de substituir a pedra negra. Por causa do prestígio envolvido na colocação da pedra, começaram as discussões. Abu Umaiyah ibn al Mughirah um dos homens mais velhos disse: “Ó coraixitas, cheguem a um acordo sobre o que estão discutindo. Deixem que o primeiro homem que atravesse o portão decida a questão para vocês.”

O primeiro homem foi Muhammad, naquela época conhecido como al amin (o confiável).  Ele sugeriu que carregassem a pedra negra para seu lugar em uma túnica, cada tribo segurando uma ponta para que o prestígio fosse distribuído igualmente. A pedra negra chegou à Caaba dessa maneira e Muhammad então colocou a pedra em seu lugar. A Caaba consiste de quatro cantos.  Finalmente, é importante entender que os muçulmanos não adoram a Caaba ou suas vizinhanças.  É simplesmente a qibla, a direção para a qual os muçulmanos se voltam para orar e, portanto, serve como um ponto focal.





 Papa diz: Corão e Bíblia são o mesmo

Na segunda-feira (07-06-2015), o bispo de Roma dirigiu-se aos seguidores católicos sobre a importância extrema de exibir a tolerância religiosa. Durante seu discurso de uma hora, um sorridente Papa Francisco foi citado dizendo aos convidados do Vaticano que o Corão, e os ensinamentos espirituais contidos nele, são tão válidas como a Bíblia Sagrada.
“Jesus Cristo, Maomé, Jeová, Alá. Estes são todos os nomes utilizados para descrever uma entidade que é distintamente o mesmo em todo o mundo. Durante séculos, o sangue foi derramado inutilmente por causa do desejo de separar nossos credos. Isso, no entanto, deve ser o próprio conceito que nos une como povo, como nações e como um mundo ligado pela fé. Juntos, podemos trazer uma era sem precedentes de paz, tudo o que precisamos para alcançar tal estado é o respeito uns dos outros crenças, pois somos todos filhos de Deus, independentemente do nome que escolhemos para dirigir a ele por. Podemos fazer coisas milagrosas do mundo, fundindo a nossa fé, eo tempo para tal movimento é agora. Não mais devemos abater os nossos vizinhos sobre as diferenças em referência a seu Deus”.
O pontífice atraiu duras críticas em dezembro, depois de fotos do 78-year-old líder católico foi lançado que descreve o papa Francis beijando um Corão. O livro sagrado muçulmano foi dado a Francis durante um encontro com líderes muçulmanos depois de uma oração muçulmana longa realizada no Vaticano.
João Paulo II tem cortejado diversas controvérsias desde que foi eleito como substituto do Papa Bento XVI em 2013. Francisco foi no registro dizer que os homossexuais não são para ser julgado, proselitismo é um disparate e endossou o uso de contraceptivos por católicos.
O Vaticano se reunirá novamente com líderes muçulmanos no final de fevereiro, onde eles pretendem falar sobre outras medidas que podem ser tomadas para espalhar a compreensão e a consciência da religião islâmica."
* Comentário:
O pior de tudo é um professo líder do cristianismo, tentar equilar YHWH a Alá.
Não "sabendo" o que é o Islão, uma vez que, no Corão, a Trindade, a Encarnação de CRISTO e a Crucificação, são negadas.
                      
Rui Simão,
Pastor na igreja Evangélica Baptista de Moreira da Maia
Bibliografia: Silas Tostes

sábado, 2 de maio de 2015



Dia das Mães

"Eis aí tua mãe."
                                                                        João 19:25-27
(no final, a história do Dia das Mães)
Introdução       
           A cruz do Calvário é o lugar onde podemos descarregar todas as nossas ansiedades e preocupações, todos os pecados, todas as aflições. A cruz é a maior prova do amor e do cuidado de Deus por nós, pois ali temos ajuda. Justamente na cruz, o Senhor Jesus nos mostra o quanto está preocupado connosco também a nível familiar com o exemplo que deixou em relação à Sua própria mãe terrena, Maria.
                 
Propósito: Todas as pessoas estão debaixo dos cuidados e do amor de Jesus, em especial as mães.

I. O amor para com as nossas mães em todas as situações
            Estamos no dia da crucificação de Jesus. Até mesmo no meio do Seu próprio sofrimento, quando estava pendurado na cruz, em sacrifício vivo, vicário, em grande sofrimento e dor por causa do pecado do homem, o Senhor Jesus preocupou-Se com a Sua mãe e com um dos Seus discípulos. Que maravilhoso exemplo do amor e do cuidado de Deus!

                Não sabemos a idade de Maria por esta época. Provavelmente já estaria sem marido, devia ter, pelo menos, uns 50 anos, numa época em que as mulheres tinham uma baixa expectativa de vida. Não havia qualquer sistema de previdência, senão o cuidado no interior da família. E mesmo aí, como nos dias de hoje, nem tudo corria bem.
                    Maria testemunhou a crucificação do pé da cruz. Poderemos imaginar como ela se deve ter sentido? 
Jesus está na cruz, tendo o peso dos pecados do mundo inteiro nos Seus ombros, mas Ele ainda olha para baixo para Se certificar da protecção e amparo para a Sua mãe depois de partir.
                    
                    Como Deus, Jesus está a lidar com questões eternas, mas como um Homem, Ele está a mostrar a todos nós como é importante hoje cuidar e amar as nossas mães!
 
                Naquela hora difícil para Maria, vendo Jesus crucificado, os Evangelhos não registam as presenças dos seus outros filhos, Tiago, José, Simão e Judas, nem das filhas. Por isso, Jesus não lhes pôde entregar a mãe aos seus cuidados. 
                Com as Suas últimas forças humanas, Jesus teve que lançar mão de um discípulo, cuja identidade não conhecemos, embora a tradição aponte para João, autor do Quarto Evangelho.
Mesmo na maior agonia, Jesus agiu como um filho que amava (e amava mesmo) a Sua mãe. Jesus preocupou-Se, embora estivesse numa situação em que Ele é que deveria ser alvo de preocupação.
                E aqui também Jesus nos ensina: os filhos devem cuidar dos seus pais, especialmente das mães, geralmente mais dependentes economicamente do que os pais.
                Aqui, Jesus também nos ensina que a honra aos pais (e mães) é prática tão necessária, que há uma promessa para este mandamento.
                Pais e esposos, filhos, digam às mães: “Muito obrigado” Digam quão gratos estão por tudo o que elas fazem em casa pela família. Dizer hoje e fazê-lo com mais regularidade. Agradeçam a Deus pela vida da vossa mãe! (Provérbios 31:10,28-30).
                Por isso, como Jesus amou a Sua mãe terrena, a mãe que foi escolhida para nascer neste mundo, também devemos amar as nossas mães, seguindo o exemplo de Jesus.
II. Algumas maneiras de amarmos as nossas mães
1. Ama-a verbalmente. 
                    Diz-lhe sinceramente, e do fundo do teu coração, as palavras: "Mãe, eu amo-te! "
 
2. Ama-a com os seus beijos, abraços e sorrisos (fisicamente)
                    Quando foi a última vez que lhe deste um grande abraço sem ela o ter pedido? Ou um beijo carinhoso, ou uma massagem no pescoço, ou apenas te sentaste no sofá e a escutaste com toda a atenção só para ela? 
                    A tua mãe terá sido a primeira pessoa que te tocou quando nasceste. Ela carregou-te no seu ventre por muitos meses. Ela cuidou de ti quando eras um bebé indefeso, pequenino, deu-te de mamar. Ela era tudo para ti e em amor. Eras o seu diamante.
 
3. Ama-a pacientemente
                    As mães têm um trabalho incrível e sem nenhum salário. Nenhuma posição no mundo dos negócios se compara ao compromisso físico, emocional e espiritual que a mãe tem para com os seus filhos. Por isso, à medida que as mães envelhecem, merecem mais respeito e paciência.
 
4. Ama-a com toda a atenção
                     As mães escutam enquanto os seus filhos derramam as suas preocupações e lhes abrem os seus corações no que respeita à vida. E isto quando os filhos são pequenos e mesmo quando já adultos. Ela procurará estar sempre ao teu lado. Por isso, filho, é a tua vez de a amar com toda a atenção do mundo. 
 
5. Ama-a com a tua gratidão
                    Pensa em quanto deves à tua mãe? O que serias sem ela? Pensa no amor que te concedeu dia a dia. Então, retribui com o teu amor grato: “Obrigado, mãe!”


6. Ama-a generosamente
                     Não há nada bom demais para ela que pudesse reembolsá-la por tudo o que ela foi como mãe. Ela não foi mãe para receber um pagamento. Mas merece o nosso generoso amor de filhos. Quantos sacrifícios fez a nossa mãe por nós? Muitos nem são do nosso conhecimento. Muitos já nem ela se lembra. As mães dariam as suas vidas pelos seus filhos. Elas desistiram de oportunidades para elas a fim de as darem aos seus filhos. Por isso, os filhos também as devem amar com toda a generosidade. 


7. Ama-a com honra
                     Êxodo 20: 12 manda: Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá.
                    Este é um mandamento precioso que deve estar sempre nas nossas mentes e corações para o fazermos. Sempre e enquanto as nossas mães viverem. Deus honra os nossos pais e mães e ordena que o façamos, que os honremos.


            Conclusão
                    Senhor, ajuda-nos a nunca estarmos ocupados demais para com as nossas mães que estão entre nós. Recordemos com carinho e gratidão as mães que já partiram deste mundo.
 
                    Sem qualquer dúvida que o Senhor Jesus Cristo é o nosso Supremo exemplo em todas as coisas e áreas da nossa vida. E Ele foi esse exemplo até ao fim da Sua vida terrena: "Olhando para Jesus, autor e consumador da fé..." (Hebreus 12:2).
                     Se o Senhor Jesus teve tempo e grande esforço para a Sua mãe quando já estava cravado na cruz, quase a morrer, que o Senhor nos ajude a amarmos também a nossa mãe enquanto ela estiver aqui na nossa vida.
 
       Rui Simão
Pastor na Igreja Evangélica Baptista de Moreira da Maia
A HISTÓRIA DO DIA DAS MÃES

Durante o séc. XVII, 40 dias antes da Páscoa, a Inglaterra celebrava o Domingo da Mãe, pretendendo homenagear todas as mães inglesas. Nesse Domingo, os servos que trabalhavam longe de casa eram encorajados a regressar a casa e a passarem esse dia com a sua mãe.
           
Mas, a razão e a idealizadora da criação de um Dia da Mãe partiu de uma crente chamada Anna Jarvis que, em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção da sua igreja para um dia especialmente dedicado a todas as mães.

Três anos depois, em 12 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia das Mães, tendo sido usados cravos encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas.

Ao longo dos anos que viveu, Anna Jarvis enviou mais de 10.000 cravos para a sua igreja, simbolizando a pureza, a força e a resistência das mães. Segundo ela, o objectivo deste dia é termos um pensamento mais activo sobre as nossas mães, através de palavras, presentes, actos de afecto e, de todas as maneiras possíveis, proporcionar-lhes prazer e felicidade ao seu coração.

            Face à aceitação geral, a Sra Jarvis e seus apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes e a políticos com o intuito de estabelecer oficialmente este dia.

            Em 8 de Maio de 1914, foi aprovado pelo Congresso dos Estados Unidos da América o segundo domingo de Maio como o Dia das Mães. No âmbito desta resolução, o Presidente dos Estados Unidos, Thomas Woodrow Wilson, proclamou que no Dia das Mães os edifícios públicos devem ser decorados com bandeiras.

 Assim, em 9 de Maio de 1914, foi celebrado pela primeira vez o Dia das Mães, no segundo domingo de Maio.

Em Portugal, este dia foi primeiramente celebrado a 8 de Dezembro, passando depois para o 1.º Domingo de Maio em homenagem a Maria, Mãe de Cristo, não tendo nada a ver com a verdadeira e original razão da existência deste dia

Contudo, nós, cristãos evangélicos e baptistas, celebramo-lo como ele foi originalmente intencionado, não a Maria nem no 1º domingo de Maio, mas no 2.º Domingo de Maio, e em honra das nossas queridas mães – o Dia das Mães.

sexta-feira, 3 de abril de 2015


A Ressurreição de Jesus Cristo



Mateus 28:1-8
Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia. (v.6)

Introdução - A Notícia da Ressurreição  
         As mulheres, Maria Madalena e a outra Maria, foram ao sepulcro bem cedo na madrugada de Domingo. Porquê? Esperavam encontrar lá sepultado o corpo de seu  Mestre e Senhor. Queriam tratar dele, ungi-lo como era costume. As suas intenções eram boas, mas o seu desejo não lhes foi concedido. Porquê? Era contrário aos desígnios de Deus. Inclusive, não estava em conformidade com o que Cristo tinha predito e declarado antes: …já ressuscitou, como havia dito..., esclareceu o anjo.

         Isto ensina-nos que, como crentes, por vezes abrigamos desejos e esforçamo-nos por coisas, e oramos intensamente por assuntos que jamais alcançaremos, ou por nossa ignorância, ou nosso esquecimento, ou nossa falta de atenção à Palavra de Deus. Não alcançamos aquilo que é contrário à vontade e aos planos de Deus.
        
         Foi o caso da ida matinal das mulheres ao sepulcro em busca do corpo morto de Jesus Cristo. Deus tinha trocado a tristeza de um cadáver pela alegria de um corpo ressuscitado.
                
         “Ele não está aqui” pode ser uma notícia muito triste de se ouvir. Porém, de seguida, o anjo proclama logo uma notícia muito alegre: …já ressuscitou….

         As Marias já não podiam ver o Cristo sepultado e morto. Igualmente, o mundo não pode ver o Cristo morto. Elas não podiam ungir o Cristo que morreu. Mas vão poder ver o Cristo que vive, que ressuscitou. E poderão prostrar-se aos Seus pés e adorá-Lo.
         
       O mundo, as igrejas, pode e deve, hoje, prostrar-se e adorar o Cristo ressuscitado dentre os mortos. Podemos ouvir as jubilosas palavras: “Ide pois, imediatamente, e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dentre os mortos.” (v.7). Lembremo-nos desta preciosa lição.

         O texto contém pelo menos três lições centrais. Uma certeza; um Convite e um Mandamento.

I. Uma Certeza – “Ele não está aqui, porque já ressuscitou…”  
         Jesus Cristo realmente RESSUSCITOU DE ENTRE OS MORTOS. 
     
     Há tanta evidência da ressurreição de Cristo como de qualquer outro feito comprovado da história. Provavelmente, não haverá nenhum outro evento da história que esteja tão plenamente demonstrado e corroborado como o facto de que Jesus de Nazaré, que foi cravado na cruz, que morreu, e foi sepultado, ressuscitou verdadeiramente.
              
         Tal como cremos nas histórias de Julio César, Alexandre, Vasco da Gama, Colombo, e de outros feitos da História Mundial, baseados em documentos históricos, estamos obrigados a aceitar o testemunho de, pelo menos, quatro livros universais: Mateus, Marcos, Lucas e João. Para sermos honestos, temos que aceitar os testemunhos daquelas pessoas que foram testemunhas oculares de Sua morte, e que O viram depois que ressuscitou dos mortos.
        
         1. Jesus morreu e foi sepultado - Que Jesus Cristo ressuscitou dos mortos é uma realidade de facto. Ele permaneceu morto e sepultado para que a Sua morte fosse corroborada, tanto pelos amigos como pelos inimigos.
        
          Não há dúvida que Jesus era um cadáver que tinha que ser depositado no túmulo escavado numa rocha. Podiam tocar aquele corpo frio. Era o mesmo Cristo que antes tinham conhecido em vida. Exactamente o mesmo, mas morto. Podia ver-se o seu rosto desfigurado e aflito pela agonizante morte. E também ver-se os sinais dos cravos, as marcas do ferro que furou as Suas amorosas mãos. Também observar os Seus pés perfurados e o rasgão da lança do soldado romano que fez sair água e sangue do Seu corpo morto. É Ele, o mesmo Cristo! 

        2. O Corpo morto de Jesus ressuscitou - Não foi uma ressurreição espiritual. E foram estes mesmos membros frios, feridos e inertes, que ganharam vida gloriosa pela ressurreição. Foi com este corpo ressurrecto que Jesus Se apresentou aos Seus discípulos, e comeu com eles na praia. Foi este mesmo corpo que Jesus mostrou a todos e foi com os Seus lábios que disse ao incrédulo Tomé:  Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e põe-na no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente. (Jo.20:27). Não era um fantasma nem um espectro, como Ele disse: “Um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho.”

         Jesus era um homem real, tão real depois da ressurreição como o tinha sido antes. E Ele é um homem real e Deus hoje na glória celestial, tal como O foi quando estava aqui embaixo na terra.
              
         A ressurreição é um facto tão literal como qualquer outro feito registado na história. Cremos nela: Não está aqui, pois já ressuscitou. E esta verdade alegra-nos muito e consola-nos. Agora, ressuscitado, é o nosso Advogado e Intercessor junto do Pai e está a preparar-nos um lugar no Céu. 

       De qualquer forma, pela fé cremos nessa ressurreição, mesmo que não tivéssemos hoje tantas evidências. Pois, a vida do crente é uma vida de fé.   



II. Um Convite – “Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia”
         Jesus de facto esteve morto no túmulo. Foi o lugar onde o Senhor jazia. Jesus esteve sepultado e morto por 3 dias. Aquele que criou os céus e a terra, Aquele que tem a imortalidade, o Deus eterno, o Filho Unigénito do Pai foi entregue à morte e foi sepultado como um qualquer mortal. Ele esteve realmente morto no sepulcro.

          Por quer deveríamos ir e ver o lugar onde Jesus jazia? Bem, primeiro, a Bíblia não nos manda ir visitar o sepulcro de Cristo. O N.T. nunca mostra os discípulos, as igrejas a viajarem para visitar o sepulcro, ou o berço, de Cristo. Isso não se deve fazer. É uma visita em termos espirituais. Quer dizer, devemos meditar nos acontecimentos daquela madrugada de há 2000 anos e reflectir nas suas verdades e lições.
              
         Devemos “ir e ver” o sepulcro de Cristo por dois motivos principais:

 1.º - Para que vejamos que fomos nós os causadores da Sua morte. Foi o nosso pecado que levou o Salvador a jazer no sepulcro.  Eu, pecador e transgressor das santas leis do Senhor Deus, eu fui o causador da Sua morte. O meu pecado, o pecado de cada pessoa deste mundo, separa-me do Deus Santo, mas Jesus veio ao mundo e morreu e foi sepultado em meu lugar para que eu, crendo n’Ele, arrependido do meu pecado, amando-O, possa ter a vida eterna. Jesus morreu e jazeu no sepulcro para salvar o imundo pecador, a ti e a mim.

          Jesus esteve morto pela culpa dos nossos pecados. Fazemos bem em ver, espiritualmente, o sepulcro, pois foi causado, não pelos crimes ou pecados de Jesus, pois ele é Santo, mas pelo meu pecado. Fazemos bem em ir e ver para que nos arrependamos e nunca mais vivamos para o pecado.

         Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia. Vamos e vejamos onde colocaram Jesus para ressuscitar ao terceiro dia, para que celebrarmos o triunfo sobre a morte. Cristo despedaçou as portas do inferno e ressuscitou.” Agora, hoje, cantemos-Lhe e demos-Lhe toda a glória.

2.º - Para vermos que o túmulo de Cristo está vazio. Jesus ressuscitou. Ele não está mais pendurado numa cruz, nem está mais sepultado. Jesus está vivo, sentado à direita do Pai, reinando como Rei e Senhor.

III. Um Mandamento – “Ide, pois, imediatamente, e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou de entre os mortos” (v.7)
         Por fim, a ressurreição de Cristo é para ser anunciada, não é para ficar escondida. A mensagem do Evangelho tem poder, salva e dá nova vida às pessoas, dá esperança da glória eterna e dá a certeza de que os crentes também ressuscitarão, porque Jesus ressuscitou dos mortos.


         A igreja, os crentes, têm que continuar hoje, não apenas a crer, mas a testemunhar ao mundo que Jesus Cristo ressuscitou. A morte já foi vencida. E devemos fazê-lo imediatamente.

     Crer e confiar na ressurreição de Jesus Cristo é um privilégio. Dar testemunho aos outros desta verdade e do seu impacto na vida de cada um é outro privilégio precioso. Quando o fazemos, estamos a ser aquilo que o Senhor Jesus Cristo nos pediu: Vós sois o sal da terra...vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte. (Mateus 5:13-14). Não se pode esconder a ressurreição de Jesus Cristo.

Rui Simão
pastor na Igreja Evangélica Baptista de Moreira da Maia